QUANDO VOCÊ OLHAR PARA O HORIZONTE:
Quando você olhar para o horizonte
E não ver o horizonte
Uma certeza, algo errado há no olhar
O horizonte sempre esta lá para se olhar,
Para ser observado,
Ficará ao critério do que é observado.
Olhar é natural, ver é realidade ôntica
Para poucos, a visão ôntica
Será um dom ou mero acaso dos deuses
Caprichosos são estes desígnios dos deuses
Que obsta o simples olhar
De modo tal que não se vê se apenas olhar
Nem adianta se a prumo um monte alçar
Se não se vê o que alçar
Que adianta você olhar para o horizonte.
O segredo não, se há, não esta no horizonte
Esta na capacidade de vê
Olhar e horizonte, é o segredo, do que se vê.
________________________________________
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 27 de junho de 2011.
11-2885-6997 [livre] / 9383-4727[claro]
11-6470-3513[vivo] / 7047-2187[TIM] / 6688-7475[oi]
MSN: poetamarlonlelis@hotmail.com
SKYPE: dr.marlonlelis_mcce
ORKUT: psicologomarlonlelis@gmail.com
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
PELA VERDADE
PELA VERDADE
A busca incessante
Pelo (que é o) ser-enquanto-ser-que-É
Leva-o insano e demente
Exaure-lhe a lavra
Pela angustia e busca do ser-que-É
Redunda-lhe persecutório
Pudera um Oasis
Pela caminhada fatigante ter sua Sé
Miragem ou Éden; um alento
Pugna ao espelho
Pela resposta que seja dogma e fé
Reverencia ao ego seu alter
Aquilo que desejar
Pela mente, corpo e espírito, tem pé
Constituí-lhe realidade
Em tudo; ato e gesto
Pelo sentido holístico, ei-la ré
Sentencia a Si-mesmo
O encontro se dará
Pela vida vivida; escolha do que É
Dom de ser feliz
A busca cessará
Pela revelação na verdade que-se-É
Ser, eis o sentido!
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 14 de maio de 2011
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A busca incessante
Pelo (que é o) ser-enquanto-ser-que-É
Leva-o insano e demente
Exaure-lhe a lavra
Pela angustia e busca do ser-que-É
Redunda-lhe persecutório
Pudera um Oasis
Pela caminhada fatigante ter sua Sé
Miragem ou Éden; um alento
Pugna ao espelho
Pela resposta que seja dogma e fé
Reverencia ao ego seu alter
Aquilo que desejar
Pela mente, corpo e espírito, tem pé
Constituí-lhe realidade
Em tudo; ato e gesto
Pelo sentido holístico, ei-la ré
Sentencia a Si-mesmo
O encontro se dará
Pela vida vivida; escolha do que É
Dom de ser feliz
A busca cessará
Pela revelação na verdade que-se-É
Ser, eis o sentido!
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 14 de maio de 2011
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segunda-feira, 28 de março de 2011
POR QUANTOS CAMINHOS AINDA IREI
POR QUANTOS CAMINHOS AINDA IREI
Segue andejo o coração
Em descompasso com o passo
A ‘Soma’ e a ‘Psique’ não se acha
A Harmonia enseja o encontro
A Vida insiste no desencontro
E Você só uma tela virtual
Que Esperança insiste em ver
Os caminhos seguem muitos
Sem chegar ao Topos
E só resta questionar
Por quantos caminhos irei?
Até enfim lhe encontrar
Enquanto segue o caminho
O andejo coração.
________________________
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 26 de março de 2011
Segue andejo o coração
Em descompasso com o passo
A ‘Soma’ e a ‘Psique’ não se acha
A Harmonia enseja o encontro
A Vida insiste no desencontro
E Você só uma tela virtual
Que Esperança insiste em ver
Os caminhos seguem muitos
Sem chegar ao Topos
E só resta questionar
Por quantos caminhos irei?
Até enfim lhe encontrar
Enquanto segue o caminho
O andejo coração.
________________________
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 26 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
MUSA
MUSA
Musa
Só tu compreendes
O poeta que sente
E no verso
Que põe a rima que assente
Todo sentimento
Que por ti empreendes
O coração
Deste que desejante
Busca a perfeição
Da métrica incessante
Que teima
Em não trazer-te.
_________________________________
Autor; Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 19 de março de 2011
contatos com o autor:
11 - 2885-6997
11 - 9383-4727
msn: poetamarlonlelis@hotmail.com
facebook: marlonlelis@yahoo.com.br
skype: dr.marlonlelis_mcce
orkut: psicologomarlonlelis@gmail.com
Musa
Só tu compreendes
O poeta que sente
E no verso
Que põe a rima que assente
Todo sentimento
Que por ti empreendes
O coração
Deste que desejante
Busca a perfeição
Da métrica incessante
Que teima
Em não trazer-te.
_________________________________
Autor; Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 19 de março de 2011
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11 - 2885-6997
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
ANO NOVO: FELIZ?!
ANO NOVO: FELIZ?!
Uma agenda desafia em branco,
Todos os dias, a preencher.
Em cada um; um convite e tanto!
Por certo há muito a fazer,
É um novo ano, feliz?!
Tudo à mão, tudo, só querer.
Projete os dias empodere-se do giz,
Estabeleça o ano e a meta.
Faça a hora e, o que sempre quis.
Dia-a-dia, mire além, siga a seta,
Em cada passo tens (a mão) a bússola.
Evite atalhos, a vida é linha reta!
Aquele que desfoca se ínsula.
A escolha sê-lhe-á coroa e manto,
Sê generoso (consigo): caridade e ‘Kula’*.
Ano novo: um convite e tanto.
Todos os dias a preencher.
Desafia, uma agenda em branco!
_____________________________________
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 26 de janeiro de 2011
*Malinowski, in Argonautas do Pacifico, experiência de partilha, interação social igual Ao k’uarup das tribos brasileiras.
Uma agenda desafia em branco,
Todos os dias, a preencher.
Em cada um; um convite e tanto!
Por certo há muito a fazer,
É um novo ano, feliz?!
Tudo à mão, tudo, só querer.
Projete os dias empodere-se do giz,
Estabeleça o ano e a meta.
Faça a hora e, o que sempre quis.
Dia-a-dia, mire além, siga a seta,
Em cada passo tens (a mão) a bússola.
Evite atalhos, a vida é linha reta!
Aquele que desfoca se ínsula.
A escolha sê-lhe-á coroa e manto,
Sê generoso (consigo): caridade e ‘Kula’*.
Ano novo: um convite e tanto.
Todos os dias a preencher.
Desafia, uma agenda em branco!
_____________________________________
Autor: Marlon Lelis de Oliveira
Guarulhos, 26 de janeiro de 2011
*Malinowski, in Argonautas do Pacifico, experiência de partilha, interação social igual Ao k’uarup das tribos brasileiras.
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